Primeiro no Android. iPhone em seguida.

Você segue a vida. Eu Tô Vivo só chama se o sinal sumir.

Passo, movimento ou o uso do celular confirmam que você está bem. Se ficar tudo parado pelo tempo que você escolheu, o app pede um toque. Se não vier resposta, seus contatos recebem uma mensagem no WhatsApp.

Quem está bem não precisa lembrar de apertar.

O automático existe para não incomodar. O botão entra quando o celular fica sem sinal de vida.

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O celular observa

De tempos em tempos ele pergunta se houve passo, movimento ou uso da tela. Qualquer um desses conta.

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Silêncio pede um toque

Se passar o intervalo sem nenhum sinal, toca o alarme e a tela pede “Eu tô vivo”.

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Você ainda pode responder

A tolerância é sua. Nesse tempo o alarme insiste. Um toque em qualquer canto encerra.

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Aí os contatos sabem

Sem resposta, o servidor manda WhatsApp para quem você escolheu, até dez pessoas, no limite de 40 mensagens no mês.

O que conta como vida

Vale a lógica do ou. Um sinal basta. O app não avalia doença e não guarda batimento por minuto.

Passo

O contador que o próprio celular já mantém.

Movimento

O aparelho marca que houve movimento, sem ficar lendo o sensor a noite inteira.

Uso do celular

Tela, toque ou ligação. Quem está no sofá mexendo no telefone também está vivo.

Pulso

Se o aparelho oferecer, só fica registrado que houve pulso. O número é descartado.

O intervalo e o horário marcado são coisas diferentes.

Os dois são você quem configura. A soneca só pausa o intervalo.

Intervalo

De 1 em 1, de 3 em 3, de 4 em 4 ou de 6 em 6 horas. Se houve sinal, aparece “confirmado por sensores” e ninguém é incomodado. Se não houve, pede o toque.

Horário marcado

Um horário certo, por exemplo 6h. Esse fura a soneca. O app pede o toque nessa hora porque foi você que forçou.

Soneca

Você marca o começo e o fim. Dentro desse período o intervalo não roda. Não existe botão para ligar a soneca na hora.

Uma vez por dia, às 10h, a soneca não muda nada. Ela passa a importar quando existe intervalo ao longo do dia, ou quando você coloca um horário marcado de propósito no meio da madrugada.

Preciso de ajuda agora.

Outro gesto, para quando você está consciente e não quer esperar o intervalo.

Segurar, não tocar. Um toque rápido continua sendo “eu tô vivo”. O pedido de ajuda fica num botão separado. Segure por cerca de 3 segundos.
Dez segundos para cancelar. Começa uma contagem. Se foi sem querer, você cancela. Se não conseguir cancelar, a mensagem sai.
O mapa vai no plano pago. A mensagem leva um link que abre o mapa no ponto que o celular conseguiu ler naquela hora.

Planos

A tela de alarme fica limpa nos dois. Anúncio, se houver, fica fora dela.

Grátis

Um cuidado simples

  • 1 contato
  • 1 horário por dia
  • Alarme e tolerância

O que o app precisa para avisar alguém

Isso entra nas regras, na hora de configurar.

  • Celular ligado e com carga. Se a bateria acabar, o aviso não sai. Eu Tô Vivo não manda alerta de bateria para a família.
  • Modo avião segura a mensagem. O alarme local ainda pode tocar. O WhatsApp só sai quando a internet voltar.
  • Quarenta mensagens por mês. No plano pago, cada WhatsApp entregue conta uma. São 40 no mês. Passou disso, o alarme no celular continua. O WhatsApp espera o mês seguinte.
  • Mensagem de teste é escolha sua. O checkbox nasce desligado. O texto deixa claro que é teste, para ninguém levar susto.
  • Não é aparelho médico. Eu Tô Vivo procura sinal de vida. Não diagnostica, não mede doença e não promete detectar mal súbito.
  • Se você confirmar depois do alerta, os contatos recebem que está tudo bem e podem desconsiderar.